Versiculo

"[...] e oro para que, estando arraigados e alicerçados em amor, vocês possam, juntamente com todos os santos, compreender a largura, o comprimento, a altura e a profundidade e conhecer o amor de Cristo que excede todo conhecimento, para que vocês sejam cheios de toda a plenitude de Deus." Ef 3:17-19

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quarta-feira, 16 de março de 2016

SUPORTE PRA GUARDANAPOS.

OLÁ AMIGAS DO BLOG!

GENTE! ATÉ DIFÍCIL INSPIRAÇÃO HOJE DIANTE DAS CIRCUNSTÂNCIAS. É MUITO CHOCANTE "O GOLPE" DADO EM NOSSA NAÇÃO. E TAMBÉM CHEGANDO DE VIAGEM, EM DIA DA DIARISTA. 
MAS EM FIM A VIDA CONTINUA, E ESPERAMOS QUE TUDO TENHA UM BOM DESFECHO FINAL. 

MUITOS MODELOS DE PORTA GUARDANAPO E JOGOS AMERICANOS. SABENDO APROVEITAR, ÀS VEZES EM MOMENTOS DE CRISE PODE NASCER BONS NEGÓCIOS.
AS DUAS IDÉIAS PODEM GERAR RENDA FAMILIAR.

O QUE É ESTE BULE???




LINDÍSSIMOOOSSS!!!


ESTES EM ABACAXI, A CARA DA MINHA COZINHA!







O QUE É ESTA COROA!




NÁUTICOS!











MODERNINHOS!















FLORAIS EM AZUL!








PÁSSAROS...


FRUTAS...






MODERNINHOS!




LINDA FORMA DE ARRUMAR OS TALHERES A MESA! FLORES.


FOLRAIS.


EM VERMELHO ...


E


ROSA!




FLORES BRANCAS...


E


POAS!!!


BORBOLETAS!



E ANIMAL PRINT!


MIGAS, FICA A DICA!  QUEM SABE CONFECCIONAR, TANTO OS PORTA GUARDANAPOS  QUANTO OS JOGOS AMERICANOS!
EU E MEU ESPOSO TEMOS EXPERIÊNCIAS EM ADQUIRIR ALGUMAS COISA EM TEMPOS DE CRISES! ALÉM DE SEREM LINDOOOSSS!

FELIZ QUINTA, TENDE BOM ÂNIMO!







segunda-feira, 14 de março de 2016

 EU SERIA UM OUVINTE MAIS ATENTO.


(JOHN DRESCHER)

OI MIGA!

QUANTO MAIS LEIO E ESCREVO, E REPENSO NA RESPONSABILIDADE, MAS TAMBÉM NA ALEGRIA DE PREPARAR ALGUÉM PRA VIDA.


A maioria de nós, pais, acha difícil ouvir. Estamos ocupados com as tarefas que temos a executar. Estamos geralmente cansados ao chegar em cada depois do trabalho diário cheio de tomada de decisões. Queremos esquecer as obrigações. Ou somos absorvidos por nossos próprios interesses e temos pouco tempo para ouvir.



 A conversa com um filho parece uma tagarelice sem importância. No entanto, podemos aprender muito mais ouvindo do que falando – especialmente quando se trata de nossos filhos.
Por isso, se eu começasse minha família de novo, faria todo o esforço para ser um ouvinte mais atento. Eu ouviria quando meus filhos falassem de suas mágoas e queixas, de suas alegrias, e das coisas que os estivessem excitando. Recordo-me, tão claramente como no dia em que aconteceu, quando meu pai, ocupado, ouviu minhas inquietações sobre a escola primária. Sua calma e interesse, demonstrados por sua atenção ao me ouvir, aliviaram meus temores.


Não consigo lembrar o motivo de meus temores. Não consigo lembrar o motivo de meus receios. Lembro-me apenas de ter expressado minha ansiedade e descoberto esta verdade: “eu estava pronto para voltar à escola no dia seguinte, com renovada coragem e confiança". Se meu pai tivesse dito que meus temores eram uma bobagem ou tivesse se recusado a me ouvir, aqueles temores teriam aumentado.
Se meus filhos voltassem a ser pequenos, eu deixaria de ler o jornal quando eles quisessem falar comigo. E tentaria refrear minhas palavras de impaciência quando me interrompessem. Tais momentos podem ser as melhores oportunidades para mostrar amor, bondade e confiança neles.



Certa noite um garotinho procurava mostrar a seu pai um arranhão em seu dedo. Finalmente, depois de várias tentativas para conseguir a atenção do pai, este parou a leitura e, impaciente com a interrupção, disse, “Bem, não posso fazer nada sobre isso, posso?

“ Sim papai”, disse o pequenino, “você podia dizer oH! Ouvindo-as, eu daria atenção mais interessada às perguntas de meu filho. Estima-se que, em media, a criança faz quinhentas mil perguntas até os quinze anos. Que privilégio para os pais – meio milhão de oportunidades para comentar alguma coisa sobre o significado da vida.


Os primeiros anos são dedicados ao ensino. E quando a criança atinge os quinze anos, os pais já terão participado da maior parte do seu aprendizado. Na idade de quinze anos uma filha sabe em que seus pais acreditam. E, a partir daí, a responsabilidade dos pais deve estar disponível quando a filha os procura para conselho e ajuda.
Se eu tivesse uma chance de recomeçar, eu ouviria mais com meu “terceiro ouvido”.

 Procuraria ouvir o que minha filha estaria sentindo, se ela me fizesse perguntas ou afirmações. Se ela me perguntasse, “Papai, você precisa sair de novo hoje à noite? Então eu a ouviria dizer, “Quero estar com você papai.” Daria particular atenção aos momentos em que minha filha subisse em seus joelhos e me contasse as peripécias do dia. Aqueles tempos de afeição e atenção se escoaram depressa. Jean Jaques Rousseau escreveu, “O treinamento de crianças é uma profissão em que devemos saber como perder tempo para ganhá-lo.”



Eu também deixaria de ficar fitando absorto o espaço, se minha filha estivesse falando comigo. Eu pararia e olharia em seus olhos enquanto ouvisse. Os olhos falam muito mais que as palavras. Lamento as vezes que minha filha precisava pegar em meu rosto e forçá-lo a voltar-se para o dela, porque sabia que eu não a estava escutando.



Eu estava ao lado de um pai enquanto seu filhinho chamava insistentemente por ele. Percebendo que eu havia notado os chamados de seu filho e sua falta de atenção, ele me disse: “É apenas o garotinho chamando. “ E pensei: não tardará o dia em que o pai chamará seu filho e este dirá, é apenas o velhinho chamando.”




Acredito agora que os pais que ouvem seus filhos nos seus primeiros anos terão filhos que se importam com o que os pais dizem mais tarde na vida. Creio agora que há uma relação vital entre ouvir o que os filhos têm a dizer quando pequenos e a extensão em que esses filhos – quando chegam à adolescência – compartilham seus assuntos com os pais. Acredito agora que os pais que dedicam seu tempo para compreender o que seus filhos dizem e sentem na infância estarão aptos a compreendê-los mais tarde.
QUE VOCÊS TENHAM O MESMO SENTIMENTO QUE EU AO LER ESTE POST.


BEIJOOOOOOCAS!



sexta-feira, 11 de março de 2016

QUARTOS

OI MIGAS!

COMO TENHO POSTADO OS CAPÍTULOS INTEIROS DO LIVRO, ACHEI MELHOR DAR UM INTERVALO E, ATÉ PRA QUE VOCÊS POSSAM COLOCAR A LEITURA EM DIA. COMO TEMOS FALADO MUITO EM FILHOS, QUE TAL UNS QUARTINHOS BEM FOFOS???


QUARTO VERDE!!!
ESTE E PROS PAPAIS!

LINDOOO!


MIGAS, O QUE É ESTA ALMOFADA ANIMAL PRINT???



O TODO, EDREDON  COM ALMOFADAS DE MONOGRAMA,
AS VERDES COM ESTE ACABAMENTO, O TAPETE...


E ESTA BANDEJA MESA, UM LUXO NEH?


A  ESCRIVANINHA E OS QUADROS, FOFOS!


 EU ACHEI DEMAAAIIISS!!!


QUARTO DE MENINA!


CHEIO...


DE 


DETALHES


NÃO É FOFO?


DEMAAAIIISSS!!!



QUARTO DE ADOLESCENTE
GENTE O CRIADO, BOA IDÉIA PRA CUSTOMIZAÇÃO!



POLTRONINHA FOFA!








EXCELENTE  O APROVEITAMENTO DESTE ESPAÇO!


O PAPEL DE PAREDE DE POA!!! TETÉIA!


E ESTA CÔMODA???


E APROVEITE PRA COLOCAR A LEITURAAA...



E REFLETIR NO QUE TENS ACERTADO E ERRADO, E ASSIM APROVEITANDO PRA CONSERTAR ENQUANTO É TEMPO. MAS DESCANCE BASTANTE TAMBÉM PRA FICAR RENOVADA PRA COMEÇAR A SEMANA E PRATICAR AS NOVAS METAS!

FELIZ FINDI FELIZ!


BEIJOOOSSS!!!




























terça-feira, 8 de março de 2016


EU ME DIVERTIRIA MAIS COM MEUS FILHOS.
(JOHN DRESCHER)
OI MIGAS!

Este capítulo é muito profundo, leiam, meditem e procurem praticá-lo. Com certeza terão um bom retorno.

Se eu começasse minha família de novo, eu riria e me divertiria muito mais. Isso mesmo, eu riria mais com meus filhos. Oscar Wilde escreveu, “O melhor meio de fazer com que os filhos sejam bons é fazê-los felizes.” Charles Buxton escreveu, “O primeiro dever para com os filhos é fazê-los felizes. Se você não conseguiu fazê-los felizes, então você os enganou. Nenhum outro bem que eles venham a obter pode compensar aquele.”


Percebo agora que fui demasiado sério a maior parte do tempo. Enquanto meus filhos gostavam de rir, eu geralmente transmitia a idéia de que ser pai era um problema penoso e contínuo. Muitas 
famílias perdem a capacidade de se divertir, de rir e de brincar reunidas.


Lembro-me quando eu ria com meus filhos das peças humorísticas que eles preparavam para a família, das histórias que traziam da escola, das vezes que eu caia nos seus truques e nas perguntas capciosas.
Recordo claramente seus gritos estridentes de prazer quando eu ria com eles e nos juntávamos em suas acrobacias no gramado ou no chão da sala de estar.


E lembro-me dos tempos em que eles repetiam as experiências engraçadas da família com risadas e puro deleite. Sei que são as experiências Felizes que relembramos que ainda  nos  ligam.   Sei 
que quando eu ria com meus filhos nosso amor aumentava e a porta se abria para fazermos muito mais coisas juntos.



Recordo-me também o quanto riamos enquanto viajávamos de carro. Raramente, se é alguma vez ocorreu, nós pais os repreendíamos quando estávamos bem relaxados para rir. 


Lembro-me de uma ocasião em que viajávamos por Nebraska sob uma temperatura de 38 graus centígrados. Paramos para almoçar perto de uma pequena mas bonita queda-dágua.


Depois do almoço, as crianças subiram a pé pela margem da corrente, chegando cada vez mais perto da cascata. Em seguida, um outro arriscou-se ao aproximar-se e suas roupas ficaram ensopadas. Rimos outra vez.



 Por fim, sentaram-se todos debaixo da própria cachoeira, deixando que a água fresca e limpa chovesse sobre seus corpos. Depois trocaram suas roupas. Hoje, muitos anos mais tarde, esta é uma de nossas recordações felizes.



Um velho Sábio disse com propriedade: “Não tenha receio de estragar seus filhos por fazê-los felizes. A felicidade é a atmosfera em que todas as boas afeições crescem – o salutar calor necessário para fazer com que o fluxo sanguíneo circule saudável e livremente. A infelicidade é a fria pressão que produz ora uma inflamação, ora um tumor, e, o pior de tudo, a doença mental verde e amarela – o mau-humor.


Portanto, se eu começasse minha família de novo, eu daria mais risadas de mim mesmo, de meus erros, de minhas falhas. Muitas das tensões da vida, especialmente em nossas famílias, ocorrem porque levamos a nós mesmos muito a sério. Daí podermos ser mais facilmente magoados.


Creio hoje que precisamos misturar deliberadamente trabalho, brincadeira e risos. Quando aprendemos a rir em grupo, também aprendemos a amar e trabalhar em grupo. Se as coisas importantes da vida são experimentadas por nossos filhos numa atmosfera de alegria, eles não serão facilmente atraídos pelos prazeres levianos e por acenos de felicidade que são oferecidos tão livremente por nossa sociedade.


Fénelon escreveu há muitos anos, “Cuidado para não fatigá-los com exatidão precipitada. Se a virtude apresenta-se à criança sob uma atmosfera de melancolia e constrangimento, ao passo que a liberdade e a licença se apresentam sob uma forma agradável, tudo é perdido, e o seu trabalho foi em vão.”



“Bendita”, diz Douglas Jerrold, “seja a mão que prepara um prazer para uma criança, pois não há como afirmar quando ou onde ele pode florescer.”


MIGAAASS ! AI, AI, AI! ME VI TANTO NESTE CAPÍTULO. ACERTAMOS EM ALGUMAS COISAS E ERRAMOS EM OUTRAS! MAS QUE O SENHOR CONTINUE DANDO GRAÇA A VOCÊS PRA SEREM ALEGRES, COM FIRMEZA E SABEDORIA!


BEIJOOOSSS!